Hoje, dia 04 de
julho, é comemorado (nos Estados Unidos da América) o Independence Day (em um
bom português, o dia da independência). Nesse dia, lembra-se o dia em que foi
oficializado, mediante assinatura, a independência das Treze Colônia do
Grã-Bretanha, que ocorreu no ano de 1776.
Há registros que
discutem e questionam essa data, afirmando que, na verdade, a independência das
Colônias foi formalizada no dia 02 de julho, tendo sido assinada posteriormente
(nesse caso, dia 04), o que causou mudança na data real da “libertação” para a
história. No entanto, independente de datas, o fato é que as colônias, até
então britânicas, ganharam terreno e se impuseram ao mundo. Hoje, a economia
mundial e curva ao poderio norte-americano e todas as decisões
políticas-econômicas do mundo são tomadas de acordo com sua vontade
(infelizmente).
Que hoje comemora-se
o dia da Independência dos EUA já sabemos, mas a pergunta é: o que é que eu
tenho a ver com isso?
Atualmente, os
EUA são a economia dominante no mundo e o centro comercial de todos os
continentes. A bolsa de valores mais importante (é o centro comercial do mundo)
está em Nova Iorque e todas as tendências econômicas surgem por lá.
Simplesmente, os demais países, isso inclui o Brasil, reza na cartilha dos Ianques.
Isso responde a sua pergunta?
Se você parar
para pensar um pouco, verá que tudo que acontece nos EUA nos interessa (mesmo
quando não nos interessa, individualmente). Quando grandes empreendimentos ou
ícones históricos são atacados por terroristas, o dólar é afetado e, claro, as
bolsas de valores de todo o mundo também são afetadas. Com isso, os preços de
produtos aumentam, os valores de passagens aéreas são atualizados e a gasolina
fica mais cara. Isso repercute diretamente em nossa vida.
Nós, enquanto países
sul-americano, de economia emergente, sofremos com qualquer instabilidade do
dólar. Nosso poder de compra diminui e pagamos mais taxas do que gostaríamos.
Enfim, os acontecimentos no nosso vizinho de continente (o primo rico)
repercutem diretamente em nossa mesa e em nossos planos de férias. Por esse
motivo estamos aqui lembrando que há alguns anos, em séculos passados, esse
gigante de 50 estados (antes 13 colônias) dava os primeiros passos para “dominar
o mundo”.

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