Foto: Reuters/Matt Dunham
Nessa
quarta-feira (6), foi divulgado o relatório que avalia a participação do Reino
Unido na Guerra do Iraque, ocorrida em 2003. O relatório Chilton, que precisou de sete
anos para ser concluído, faz duras críticas ao então primeiro-ministro Tony
Blair e aos motivos que o levaram a intervir militarmente em território
iraquiano, acusando o de tê-lo feito sem pensar nas consequências e por
simpatia cega aos Estados Unidos.
O texto disserta
sobre a ocupação inadequada do Iraque pós-guerra e da falta de planejamento para
reorganizar o pais após a deposição de Saddam Hussein. Além disso, critica o
serviço de inteligência que deixou-se manipular por testemunhas mal-intencionadas
e provas incipiente sobre armas químicas biológicas.
Os britânicos,
que perderam seus familiares na guerra (soldados e outras pessoas envolvidas
diretamente na guerra), pretendem usar esse documento como provas para
processarem o ex-primeiro ministro e seu governo desastroso.
Para nós, que
olhamos tudo acontecer do lado de cá do Equador, é interessante acompanharmos
todo o desenrolar desses fatos e, se for necessário, ler algumas notícias
publicadas em 2001 a 2003, que tentavam justificar a entrada dos EUA e Reino
Unido na guerra contra o pais de Saddam. Na época, os EUA tentaram convencer o
mundo de que o tirano iraquiano era uma arma perigosa para toda a humanidade.
Hoje, se
acompanharmos os sites de notícias e publicações sobre a atual situação do
Iraque, poderemos ver as consequências desastrosas trazidas pela guerra. Quem
está sofrendo é a população local.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente, questione, envie sua pergunta e sugestão.
Abraço,
Metigra